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França poderia ter Drogba e Higuaín, mas tem de sofrer com Anelka no ataque

Na primeira partida da França na Copa do Mundo da África do Sul, o ataque do time não existiu. O culpado? Nicolas Anelka. Ele esteve por boa parte do tempo em campo, mas só deu três chutes a gol, dois deles errados - e perdeu dez bolas. O cenário é triste para os franceses, que poderiam ter uma situação muito melhor em sua linha de frente.

Quer uma prova? É só olhar para dois jogadores que estão na Copa do Mundo e optaram por não defender a França. O argentino Gonzalo Higuain é o mais discutido da escalação de Diego Maradona, mas o motivo é simples: no banco de reservas está Diego Milito, herói dos títulos da Inter de Milão na Liga dos Campeões e no Campeonato Italiano. Apesar de não ter feito uma boa partida, Higuain perdeu uma série de chances na cara do goleiro. Anelka, nem isso conseguiu.

O desgosto maior, porém, fica por conta de outro atacante: Didier Drogba. Após ter crescido na Europa, o marfinense chegou a ser cogitado nos Bleus no início de sua carreira profissional, mas acabou optando por defender o país da África. Se a escolha tivesse sido outra, as dores de cabeça de Raymond Domenech para montar o seu ataque certamente não seria tão grande.

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